A violência contra a mulher pode assumir diferentes formas: física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial. Suas consequências não se limitam ao momento da agressão. Elas podem afetar a saúde física e emocional, a qualidade de vida e a segurança de quem vivencia essa realidade.
Informação e acolhimento fazem diferença
Informação, acolhimento e uma rede de apoio preparada podem fazer diferença na identificação e no enfrentamento da violência.
Ouvir sem julgamentos, acolher e oferecer apoio são atitudes importantes diante de uma situação de violência. Da mesma forma, ampliar o acesso à informação contribui para que diferentes formas de agressão sejam reconhecidas e não sejam tratadas como situações normais ou aceitáveis.
Uma mensagem que precisa permanecer durante todo o ano
O Agosto Lilás é um mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, mas essa é uma discussão que não deve se limitar a um período específico.
Nenhuma forma de violência deve ser naturalizada ou silenciada. Acolher, ouvir e apoiar também fazem parte do enfrentamento à violência.