Em 2026, o Dia Mundial da Segurança do Paciente traz como tema “Cuidados seguros para doenças não transmissíveis”. A campanha chama atenção para condições como doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas, que podem exigir acompanhamento contínuo, diferentes tratamentos, medicamentos e profissionais.
O cuidado seguro começa com uma avaliação completa
A avaliação inicial reúne informações importantes, como histórico de saúde, diagnósticos, medicamentos em uso e alergias.
A partir dela, os riscos são identificados, as informações são registradas no prontuário e as medidas de segurança necessárias podem ser definidas.
Uso seguro de medicamentos
Pacientes com doenças crônicas podem utilizar diferentes medicamentos continuamente. Conciliação medicamentosa, revisão das prescrições e avaliação de doses, interações e contraindicações ajudam a reduzir riscos durante a assistência.
Segurança durante a internação
Durante a internação, as doenças crônicas precisam ser consideradas junto à condição que motivou o atendimento. Evolução clínica, exames e resposta ao tratamento são acompanhados para que as condutas sejam reavaliadas e ajustadas sempre que necessário.
Onde entram as 6 metas de segurança do paciente?

As metas orientam práticas essenciais para reduzir riscos durante a assistência:
- Identificação correta do paciente;
- Comunicação efetiva entre os profissionais;
- Segurança no uso de medicamentos;
- Cirurgia segura;
- Higienização das mãos;
- Prevenção de quedas e lesões por pressão.
São práticas que ajudam a tornar o cuidado mais seguro em diferentes etapas da assistência hospitalar.
O paciente também participa da segurança
Informar medicamentos e alergias, comunicar novos sintomas, esclarecer dúvidas e compreender o tratamento também contribuem para uma assistência mais segura. Participar das decisões sobre a própria saúde faz parte do cuidado.
A segurança não termina na alta hospitalar
Escuta ativa e ajuda especializada fazem parte da prevenção da alta, o paciente precisa compreender quais medicamentos utilizar, quais cuidados manter, os sinais de alerta e como será a continuidade do acompanhamento.
Como continuar um cuidado seguro?
Em casa ou em outra unidade de saúde, é importante seguir as orientações recebidas, manter atualizada a lista de medicamentos, levar relatórios e exames aos próximos atendimentos e realizar os acompanhamentos indicados.
Cuidado seguro para a vida significa manter a segurança presente em toda a jornada: da avaliação à internação, da alta à continuidade do cuidado.